O ‘sexo desvirtuado’ é a raiz da ‘cultura do estupro’


Queria comentar à respeito do caso da garota estuprada, mas sem cair no campo das mesmices que tenho ouvido nesses dias. Pensei, inclusive, em não dizer nada à respeito. Afinal, ainda defendo a máxima do “se você não tem nada a dizer, então fique calado”. Mas, após pensar sobre o assunto, algo me veio a mente. Continue lendo “O ‘sexo desvirtuado’ é a raiz da ‘cultura do estupro’”

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VIVEMOS EM UMA SOCIEDADE EROTIZADA: esse é o problema.


Uma sociedade que estampa a mulher como um objeto de consumo, que deve ser avaliada pelas medidas do seu corpo, cada vez mais nu em todos os veículos de mídia. Uma sociedade que ensina a mulher que desde cedo ela tem que cultivar seus “valores”. Você já reparou o apelo que cantoras como Anitta tem junto ao público infantil, mesmo cantando músicas com temas adultos? Já reparou como gêneros como o funk tem uma aceitação pronta junto as crianças de 10, 11, 12 anos?

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Se sabemos que “pecar é pecado”, então por que pecamos?


No primeiro texto desta série, falei sobre como as “regras” contribuem para uma boa convivência, onde nós não ferimos ninguém e nem somos feridos por ninguém. Seja no trânsito, seja na vida.

Mas, será que devemos considerar a Bíblia apenas como “O Grande Livro das Regras”? Será que devemos deixar de fazer coisas apenas porque “a nossa religião não permite”?

Para responder essas perguntas, podemos olhar para as nossas próprias vidas, para as coisas corriqueiras, coisas (ou regras) que certamente você nem percebe que estão lá, mas estão.

Por exemplo: com que  frequência você costuma colocar o dedo em uma tomada?

Pergunta estranha, não?

É óbvio que você não tem o costume de colocar o dedo na tomada! (Não é?)

Não se se você se lembra, mas algum dia alguém te disse que você não podia colocar o dedo na tomada. Sem te dar muitas explicações. No máximo, te disseram que dava choque e pronto.

E essa era apenas uma regra que você tinha que seguir. Não foi assim?

Pois eu vou te dizer o que aconteceu comigo: tinha eu 6 ou 7 anos de idade, e eu estava sozinho no quarto quando percebi que havia um plug no chão. Um plug de tomada, desencapado, com os fios à mostra. Então eu não tive dúvida, havia chegado a hora de eu transgredir a regra e descobrir o que era “o tal do choque”, na realidade. Enfiei o plug na tomada e coloquei o meu dedo na parte desencapada… é obviamente levei o maior choque! (hehehe).

Pronto! Agora eu sabia o que significava a palavra “choque”, e depois disso nunca mais coloquei o dedo na tomada.

Mas de toda essa história eu aprendi algo valioso, algo que eu só pude entender depois de adulto e consciente dos meus atos: eu só coloquei o dedo na tomada porque alguém me disse que eu não poderia fazer isso. Porque, se ninguém nunca me tivesse dito isso, jamais passaria pela minha cabeça a ideia insana de fazer tal coisa! Mas algum dia, alguém querendo me prevenir, me ditou uma regra, e justamente essa regra – que deveria me manter longe do perigo – que me instigou a fazer algo errado.

Incrível, não?

Eu tenho certeza de que algum dia isso aconteceu na sua vida também: alguém (seja a sua mãe, sua religião ou a sociedade) te proibiu de fazer algo, e essa proibição que era pra ser algo bom, que te protegia (como comentamos no primeiro texto da série) acabou te levando para a transgressão.

Certamente você já ultrapassou o limite de velocidade de alguma avenida, ou tentou ter acesso a alguma revista pornográfica antes de completar dezoito anos só porque alguém te disse que isso era proibido. Ou então você foi mais além: já transou com uma mulher/um homem compromissado, ou já fez isso sendo você o compromissado, só porque “o proibido parecia ser mais gostoso”. Ou talvez você tenha ido ainda mais além: de tanto alguém dizer que é proibido fumar maconha, você teve que fumar pela primeira vez para matar a curiosidade.

Viu, somos iguais! Não interessa se você enfiou o dedo na tomada ou se você se “enfiou uma amante dentro de casa”. Você fez isso por outros motivos, óbvio! Mas também porque algum dia alguém te disse que isso era proibido, e essa regra despertou em você uma curiosidade, um desejo por fazer aquilo.

Há 2 mil anos, o apostolo Paulo já havia percebido isso, e um dia ele comentou isso em uma carta que ele enviou à igreja de Roma:

“Que diremos então? A lei é pecado? De maneira nenhuma! De fato, eu não saberia o que é pecado, a não ser por meio da lei. Pois, na realidade, eu não saberia o que é cobiça, se a lei não dissesse: “Não cobiçarás”.
Mas o pecado, aproveitando a oportunidade dada pelo mandamento, produziu em mim todo tipo de desejo cobiçoso. Pois, sem a lei, o pecado está morto.”
Romanos 7:7-8


Esse é um efeito colateral da lei. Sem querer, ela acaba nos apresentando o pecado quando nos diz “não faça isso”. Assim como no meu caso do plug da tomada: eu nem sabia que era possível enfiar o dedo na tomada, até que algum dia alguém querendo me prevenir de um mal acabou me “dando a ideia”.

Mas a lei em si não nos faz pecar. Óbvio que não! Pois a lei, apesar de me apresentar a cobiça, por exemplo, ela não me manda cobiçar. Pelo contrário, ela me proíbe, e me dá motivos para que eu siga sua proibição.

Então, por que eu peco, mesmo conhecendo a lei de Deus?

Leia com atenção esse trecho que Paulo escreveu aos Romanos:

“Mas o pecado, aproveitando a oportunidade dada pelo mandamento, produziu em mim todo tipo de desejo cobiçoso. Pois, sem a lei, o pecado está morto.
Antes, eu vivia sem a lei, mas quando o mandamento veio, o pecado reviveu, e eu morri.
Descobri que o próprio mandamento, destinado a produzir vida, na verdade produziu morte.
Pois o pecado, aproveitando a oportunidade dada pelo mandamento, enganou-me e por meio do mandamento me matou.
De fato a lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom.
E então, o que é bom se tornou em morte para mim? De maneira nenhuma! Mas, para que o pecado se mostrasse como pecado, ele produziu morte em mim por meio do que era bom, de modo que por meio do mandamento ele se mostrasse extremamente pecaminoso.”
Romanos 7:8-13

Nesse trecho, Paulo ilustra o pecado com um ser independente, como alguém que vive dentro de mim, tem vontades próprias e ainda consegue me convencer das suas vontades. Repare que ele atribui ações ao pecado. Ele diz que “o pecado produziu”, “o pecado reviveu”, “o pecado me enganou”. É como se o pecado fosse uma outra pessoa dentro de mim. E pior: uma pessoa capaz de dominar minhas vontades.

Tiago também nos dá uma definição de pecado que nos dá medo:

“Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.
Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça, sendo por esta arrastado e seduzido.
Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte.”
Tiago 1:13-15

Tiago afirma que a cobiça nos arrasta e nos seduz, ou seja, ela nos convence do pecado. E depois disso, ela dá luz, ou seja, gera o pecado, que se consuma e nos mata.

Nós, homens sabemos muito bem como isso se dá. Somos facilmente seduzidos pelo nosso olhar, assim como as mulheres são facilmente seduzidas pelas palavras.

Imagine que eu estou tranquilamente navegando no meu perfil em uma rede social qualquer quando através de um compartilhamento de um amigo, ou de uma propaganda ou post de uma página, chega até mim a imagem de uma mulher seminua em uma pose sugestiva, e um link em azul, pedindo para ser clicado. Eu sei que não devo: seja porque sou cristão, seja porque tem muita gente ainda acordada em casa, ou então pelo risco de infectar meu computador com algum tipo de vírus.

Enquanto isso, imagine uma mulher – descontente com seu casamento e com a forma grosseira que o seu marido a trata – recebendo um buquê de flores e um lindo cartão com palavras sedutoras do chefe no trabalho. Ela também sabe que não deve ceder a tentação, porque é mãe, ou porque a sociedade e a sua religião a condenaria.

Durante algumas frações de segundos, uma guerra acontece em nossa mente: sabemos que não podemos, mas sabemos que nós queremos.

Queremos… presta atenção nesta palavra. Pois é ela que representa a “cobiça” (ou concupiscência) da qual Tiago fala. A nossa inclinação por tudo aquilo que é terreno, por satisfazer imediatamente qualquer prazer do nosso corpo, independentemente da existência de regras que proíbam ou regulam esse ato. É a cobiça sexual por uma mulher, ou por pisar mais fundo no acelerador ou até mesmo por romper a dieta. Qualquer coisa que satisfaça o nosso corpo, que lhe dê algum prazer.

É nesse momento que somos “arrastados e seduzidos”. É nesse momento que nos é mostrado todas as vantagens que teremos ao ceder a tentação. Assim como aconteceu com o próprio Jesus, que foi “arrastado” até o monte e sofreu a oferta de sedução do diabo:

“Depois, o diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e o seu esplendor.
E lhe disse: “Tudo isto lhe darei, se você se prostrar e me adorar”.
Mateus 4:8-9


Uma vez seduzidos, acabamos cedendo a tentação, e é nessa hora que a “cobiça dá a luz ao pecado”. Quando menos percebo, já estou naquele site impróprio, vendo imagens que sei que não deveria estar vendo. Mesmo que eu tenha o conhecimento da regra “não verás pornografia”, mesmo que eu saiba de todo o mal que a pornografia pode causar em meu casamento, mesmo que eu saiba todos os números e dados que retrata a calamidade que é o problema da exploração sexual de mulheres, mesmo que eu tenha dezenas de versículos decorados, mesmo que eu seja o escritor do “Porque pecar é pecado”, nada disso importa, e nada disso é o suficiente. Na verdade, eu vou me lembrar de tudo isso e vou desejar fechar aquela página imediatamente, mas aquela “guerrinha” vai acontecer de novo, e eu vou perder, e vou acessar mais uma foto. E mais uma… e mais uma…. e ainda outra… e quando eu perceber, já estarei a horas preso a um site de pornografia. Morto. Logo serei acusado pelo mesmo diabo que me levou para lá. Serei julgado e condenado indigno de ser cristão, de ser humano, cidadão, marido e escritor do “Porque pecar é pecado”. Talvez eu jamais me recupere. Talvez então eu não me ache mais em condições de continuar escrevendo um livro sobre pecado. E as minhas noites em frente a um computador se resumirá ao prazer falso de mulheres feitas por pixels de computador. Livro incompleto, casamento caminhando para a destruição, caráter de cidadão indo por água a baixo… Essa é a morte da qual Tiago tanto falou.

Assim como a mulher da nossa história: uma vez seduzida pelas lindas palavras do seu chefe, será arrastada até o motel combinado no bilhete. Ela não foi arrastada pelo seu chefe, nem pela situação precária do seu casamento, tampouco pela necessidade de declarar o direito da liberdade feminina. Como disse Tiago, ela foi arrastada pela cobiça. Repare, ela não foi andando, ela foi arrastada. Ela chegou até aquele motel, e a cobiça de saber se ela ainda era mulher o suficiente na cama, talvez para aliviar sua consciência diante do seu marido ruim, ou então a cobiça de ser amada, ou simplesmente a cobiça de “gozar” acabou dando a luz ao pecado do adultério: uma bela e tórrida tarde de sexo. Uma tarde tórrida, mas depois daquela tarde ela será julgada e condenada, considerada indigna de ser mãe, mulher, esposa, funcionária. Antes de ser taxada pelos piores nomes pela sociedade, ela será taxada por ela mesma, pela consciência do certo e do errado que ela tem em si.

Tá vendo? Nos dois exemplos acima, tínhamos a consciência do certo e do errado. Tínhamos a lei, a regra. Mas nada disso foi suficiente para nos livrar. Fomos arrastados e seduzidos até o pecado, sem ao menos poder exercer o nosso direito de escolha. Escravizados, como já disse aqui em capítulos anteriores. Algemados e levados até o pecado.

E é assim que o jovem que tenta sair da droga não consegue. É assim que o homem “mulherengo” não consegue mudar de vida, mesmo sabendo que agora tem mulher e filhos. É assim que o ex-presidiário acaba voltando para o crime, mesmo quando quer viver vida nova. E é assim que até mesmo aquele renomado pastor não resiste ao olhar para os cofres cada vez mais cheios da sua igreja, e acaba cedendo.

Que guerra é essa! Sabemos o que é certo, queremos fazer o certo, mas ainda assim fazemos o errado!

Paulo já falava sobre isso em Romanos 7. Leia com atenção:

“Sabemos que a lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado.
Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio.
E, se faço o que não desejo, admito que a lei é boa.
Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.
Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.
Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.
Assim, encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim.
Pois, no íntimo do meu ser tenho prazer na lei de Deus;
mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros.”
Romanos 7:14-23

E Paulo, que era um dos maiores pregadores que já existiu falava isso dele mesmo. Ele, Paulo, olhava para si e via tudo isso.

E, após fazer essa análise, Paulo termina o capítulo com uma frase dura, se considerando miserável:

“Miserável homem eu que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?”
Romanos 7:24

Que miserável que somos! Quem nos libertará do corpo sujeito a esta morte?

Bem, esse é um assunto para o próximo capítulo.

Se você quer ler todos os textos desta série, acompanhe o weblivro ‘Porque Pecar é Pecado” no Wattpad. Esta é uma forma muito mais fácil de ler todos os textos da série de uma vez só. (E no seu celular, a leitura fica ainda mais confortável. Confira: http://bit.ly/porque-pecar-e-pecado

Deus te abençoe, e até o próximo texto!

O pecado imperdoável


Em Mateus 12:31-32, o Senhor Jesus disse:

“Portanto eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia será perdoado aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.

E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado, mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem agora nem no futuro.”

Percebe-se que o pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo, ou seja é pecar contra o Espírito.

Na minha caminhada cristã já encontrei algumas pessoas que acreditavam em algumas teorias, que em sua grande maioria não tinha nenhuma fundamentação bíblica, que afirmavam ser esse pecado algumas praticas sexuais ilícitas como a fornicação (sexo entre pessoas sem o compromisso do casamento) e o adultério(sexo entre pessoas cassadas fora do seu casamento). Mas a verdade é que esse conceito não está respaldado pelas Sagradas Escrituras. Já vi outros que aparentemente se mostraram preocupados com essa questão e até mesmo com a possibilidade de terem cometido esse transgressão.

Mas o que é esse pecado imperdoável? 

Eu sempre procuro repetir a frase que ouvi de um certo irmão que diz: “Texto fora do contexto gera pretexto”. 

Analisando o contexto em que o Senhor Jesus deu essa declaração, em resumo Ele quis dizer: “Todo o pecado cometido contra mim será perdoado porém o pecado cometido contra o Espírito Santo esse não tem perdão.”  Em uma avaliação temos uma parecer em óbvio: Existe um pecado que não pode ser perdoado, que é essa blasfêmia.

Para melhor compreender, como já disse, devemos analisar o contexto. Vemos ai que alguns fariseus tinham acusado o Mestre de ter expulsado um demônio pelo poder de Belzebu. Ele reponde dizendo “Como pode? Uma casa dividida não permanece de pé” ou seja, primeiro Ele negou que fazia isto pelo poder de Belzebu mas ao mesmo tempo Ele associa essa acusação ao pecado imperdoável de blasfêmia contra o Espírito Santo.

Traduz-se então que esse pecado é o ato de acusar Deus de agir em nome do Diabo, que na pratica seria rejeitar a revelação feita pelo Espírito Santo sobre o Filho de Deus. É portanto a rejeição de Cristo, a quem o Espírito revela.

Todo e qualquer pecado além desse será perdoado porém para esse pecado não há perdão. Quero dizer que não há pecado que Deus não possa perdoar; desde que exista sincero arrependimento; exceto aquele que se compreende em ser a rejeição da Graça de Deus.

Sendo assim todo pecado que rejeita a revelação do Filho de Deus, feita pelo Espírito Santo esse não achará perdão, porque por si só esse ato de rejeitar bloqueia todo o desejo na pessoa de buscar o perdão. Se você já esteve com esse medo ou mesmo se passou esse receio pela sua cabeça, saiba que só o fato de você ter tido essa preocupação já é a prova da ação do Espírito Santo em sua vida. E digo mais, é a prova de que você não cometeu esse pecado.

Seja qual tenha sido o seu pecado, de qualquer natureza, busque a Deus de sincero coração, peça perdão, pois Ele é fiel e justo para perdoar o arrependido.

Deus seja louvado!

(Postado originalmente por Ëllias A. R., do blog ccbiano.wordpress.com)


Oi, a Paz de Deus! Aqui é o Bruno, de volta! 🙂

Encontrei esse texto no blog “ccbiano” e achei muito interessante, pois tirou algumas das minhas dúvidas sobre o assunto. Também achei interessante compartilhá-lo aqui na nossa série “Porque pecar é Pecado”.

Realmente, se olharmos na Bíblia, encontramos pessoas que cometeram outros pecados e foram perdoados.

Pedro, por exemplo, negou a pessoa de Jesus, quando disse não fazer parte do grupo que andava com o Salvador (João 18:17 e 25-27), mas provavelmente não negou a eficácia do Espírito Santo, pois o próprio Jesus buscou a Pedro e o perdoou (João 21). Ele negou Jesus, mas não negou o Espírito, como o próprio Jesus explica em Mateus 12:32:

E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado, mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem agora nem no futuro.”

Outro exemplo é Davi, que cometeu adultério e assassinato (2 Samuel 11), mas ele não negou a eficácia do Espírito Santo, como está escrito no Salmo 51:

Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo. Salmos 51:11

e assim Davi foi perdoado, como diz em 2 Samuel 12:13.

E se considerarmos que a força de Sansão era causada pela manifestação do Espírito Santo, (Juízes 13:25, 15:14), e que seu pecado foi desobedecer Deus permitindo que Dalila cortasse seus cabelos, rompendo assim seu voto de nazireu (Juízes 13:5), então podemos considerar o acesso de força que Sansão teve ao derrubar as colunas do templo de Dagon logo após clamar a Deus (Juízes 16:28-30) como uma prova do perdão de Deus a Sansão, não podemos? Afinal, não consta na história que ele blasfemou contra o Espírito Santo.

Lembrando que o perdão de qualquer pecado está condicionado ao arrependimento verdadeiro da pessoa, como Davi escreveu no Salmo 51:

A um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Salmos 51:17

Qualquer pecado, por menor que seja, o qual não nos arrependamos e não tentemos melhorar diante de Deus, já se tornaria um pecado imperdoável,  pois como Deus nos perdoaria se não pedimos perdão, se não nos arrependemos?

Então, quer dizer que eu posso pecar a vontade, que Deus perdoa?

Não. Você não pode pecar a vontade.

Afinal, servimos a Deus para obedecê-lo, e não para desobedecê-lo. Se você tem lido a nossa série “Porque Pecar é Pecado“, já sabe que o pecado nos fere, nos limita, nos escraviza e nos embaraça. Ou seja, há mais motivos para sair do pecado do que para brincar com ele.

E ainda tem a declaração do próprio Deus, lá em Deuteronômio:

Não tentareis o Senhor vosso Deus, como o tentastes em Massá;
Diligentemente guardareis os mandamentos do Senhor vosso Deus, como também os seus testemunhos, e seus estatutos, que te tem mandado.
Deuteronômio 6:16-17

declaração essa que até Jesus usou de respaldo para resistir a tentação (Mateus 4) e permanecer puro.

Ou seja, não é assim que as coisas funcionam, mas esse assunto será melhor discutido no próximo texto da série. Por enquanto, fique com a resposta para esta pergunta, em Romanos 6.

O pecado embaraça


Está escrito lá em Hebreus, capítulo 12, versículo 1:

“…deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta.” Hebreus 12:1

Aqui, quem escreveu a carta aos Hebreus (provavelmente Paulo) ilustra o pecado como um “embaraço”. Imagine uma situação de embaraço. Uma coisa no mínimo chata. Imagine quando você coloca o seu fone de ouvido no bolso de qualquer jeito, e quando você quer usá-lo, o fio do fone está todo embaraçado. E vocês, mulheres. Diga-nos como é chato tentar desembaraçar cabelos: o pente (ou a escova, sei lá o que vcs preferem usar, rsrsrs) não vai, não anda. E quando você puxa, dói.

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Provocando o terror das irmãzinhas, rsrsrs…

E assim é o pecado: te embaraça, te enrola, te atrapalha, você quer andar na sua vida e não consegue, a coisa não vai. E quando você tenta se livrar do pecado, e como tentar desembaraçar cabelos: dói.

E, repare que no versículo acima, a parte do “embaraço” é completada com “corramos com paciência a carreira que nos está proposta.”.

Proposta por quem?

Por Jesus, claro!

Ele nos propôs uma carreira, um caminho. Caminho este que deveríamos estar caminhando. Servindo a Ele, recebendo os dons de Deus, ajudando ao próximo, levando o evangelho, louvando, tocando, escrevendo… Enfim, fazendo aquilo que Deus colocou no seu coração. Mas imagine só quantos estão parados neste caminho, sem exercer o seu dom, por estarem embaraçados pelo pecado, pelas fraquezas do nosso corpo carnal.

Alguns destes já conhecem o Caminho, mas ainda estão em dúvida se vem para a Graça ou não, outros já são chamados na Graça, mas vão pouco à igreja. Mas tem aqueles que estão na igreja quase que todos os dias, mas ainda estão se deixando embaraçar pelo pecado, e mesmo estando na igreja sempre, não conseguem andar. É como se estivessem parados.

Ou melhor, embaraçados.

E muito desse embaraço chega a atingir até a vida material: quantos estão embaraçado em um vício, e gastam todo o seu dinheiro para sustentá-lo? Quantos estão embaraçados em um relacionamento que Deus não aprova e estão sendo levados à depressão pela sua vida sentimental?

Tenho certeza de que alguns dos que estão lendo esse texto se encontram nesta situação.

Será este o seu caso? Então tudo o que eu tenho a te dizer nem mesmo são as minhas palavras, mas sim as palavras escritas aos Hebreus: Deixe o embaraço, e o pecado que tão de perto te rodeia, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs.

Deixe o embaraço do vício, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs sem ter que lidar com as acusações do inimigo (e de muitos “irmãos” que só apontam).

Não se deixe embaraçar com a fornicação, e nem com o adultério, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs: a de um casamento preparado com Deus, e um lar de paz.

Deixe o embaraço da pornografia, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs, com a paciência de esperar apenas em Deus, sem recorrer à prostituição e ao adultério para suprir suas necessidades, e de não ter suas ideias sobre o sexo oposto deturpadas pelo pecado.

Deixe o embaraço desses relacionamentos complicados, do ‘ficar’, da obsessão por uma pessoa, ou até mesmo das ‘paixões platônicas’ que nunca se realizarão, e corra com paciência a carreira que Cristo nos propôs, a de viver um namoro, e depois um casamento preparado por Deus.

Deixe o embaraço de viver com uma pessoa que já é comprometida, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs: a de não ter que ficar com a ‘sobra’ de ninguém, e de não ter que ser a ‘segunda’, ou a ‘terceira’ da lista, mas sim de ser a primeira, e a preparada por Deus.

Deixe o embaraço de qualquer tipo de pecado, ou de fraqueza que te afasta de Cristo, e corra com paciência a carreira que Cristo te propôs, não deixando de estar perto de Deus nem mais um dia, e siga esse Caminho que te levará à Glória de Deus.

Quem já tentou desembaraçar seja o fone de ouvido, seja o cabelo de alguém, sabe que desembaraçar coisas não é algo fácil. E desembaraçar a sua vida talvez seja muito difícil para você. Mas saiba que é aí que entra Jesus Cristo, o único capaz de desembaraçar qualquer embaraço. Basta você permitir.

Conheça os outros textos da nossa série “Porque pecar é pecado” e entenda os males que o pecado pode trazer para a sua vida. 
Clique aqui para conhecer.

O pecado escraviza


Uma verdade indubitável: o pecado escraviza.

Foi Jesus quem disse:

Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. – João 8:34

E se pararmos para analisar, é exatamente isso o que acontece. Você se torna servo da sua prática pecaminosa. Você perde a sua liberdade. Você escolhe entrar no pecado, mas você não tem o direito de escolher sair do pecado.

Não pelas suas próprias forças.

Eu começo dando exemplos dos dias de hoje, ou dos dias da Bíblia? O que vocês preferem?

Vamos começar pela Bíblia?

Então vamos falar de Sansão, um homem forte, indomável. Exércitos inteiros não eram capazes de prendê-lo. Apenas uma coisa foi capaz de prender Sansão: a sua própria desobediência. Sansão escolheu dormir nos braços de Dalila, mas depois disso, não pode escolher mais nada sobre o rumo de sua vida: ele se tornou um escravo das consequências do seu pecado.

Podemos também falar sobre Davi. Outro indomável: derrubou um gigante, com uma pedra, uma funda e a fé em Deus. Foi ungido rei, teve prosperidade… Mas em um dado momento, Davi também escolheu dormir nos braços de uma mulher que não era sua. E Davi também se tornou um escravo das consequências do seu pecado: ele viu a sua família, o seu reino e a sua vida desmoronarem, e não pode fazer nada para evitar.

O filho de Davi, Salomão, também foi rei. Foi sábio. O mais sábio que já se teve notícia. Mas também escolheu trilhar o caminho da desobediência:

E o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias,
Das nações de que o Senhor tinha falado aos filhos de Israel: Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor.
E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. 1 Reis 11:1-3

E o sábio Salomão – com o seu coração pervertido pelas suas 1000 mulheres – também se tornou um escravo das consequências do seu pecado. E se viu encurralado pela situação na qual entrara:

Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como o coração de Davi, seu pai,
Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas.
Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor; e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai.
Então edificou Salomão um alto a Quemós, a abominação dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, a abominação dos filhos de Amom.
E assim fez para com todas as suas mulheres estrangeiras, as quais queimavam incenso e sacrificavam a seus deuses.
1 Reis 11:4-8

Eu tenho certeza que Salomão não tinha um coração idólatra. O que aconteceu com Salomão é o mesmo que acontece com tantas e tantas pessoas nos dias de hoje: elas escolhem o caminho do pecado achando que tem o controle da situação, e que poderá sair a qualquer momento, mas se encurralam, e não consegue sair mais.

Quando Salomão viu, já estava construindo altares e adorando a outros deuses. E ele não tinha poder nenhum para contornar a situação.

Acontece da mesma forma nos dias de hoje.

Você fuma o primeiro cigarro, ou bebe o primeiro copo de bebida para agradar seus amigos, para ser social. Mas depois você tem que beber o segundo, o terceiro… E depois disso, o problema não está mais em “ser social”, mas sim em sair do vício.

Da mesma maneira você moça, permite que seu namorado te dê um beijo mais quente aqui, passe a mão ali, para não querer ser chata, acreditando que vai contornar a situação e que tudo está sob controle… Mas quando você vê, você já está na cama dele, e não há mais o que fazer.

Assim é com o empresário que resolve esconder alguma coisa do imposto de renda para “as contas baterem”, com o homem casado que dá seu telefone para aquela colega de trabalho “gostosona”, e com o rapaz que resolve dar uma espiadinha naquele site pornô…

Quem de nós aqui que nunca deu uma “brechinha” pro pecado, acreditando estar tudo sob controle, que atire a primeira pedra!

Mas uma coisa é certa: nós somos livre para fazer escolhas, mas nos tornaremos escravos das consequências.

Em outro ponto, a Palavra diz:

Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
1 Coríntios 6:12

Ou seja, todas as coisas são lícitas, desde que essas coisas (ou essas escolhas) não venham a te dominar, ou te escravizar no futuro.

O pecado nos escraviza. Ele rouba o nosso poder de escolher, de decidir. Uma vez no pecado, você se tornou escravo do diabo, assinou o contrato com ele, e estará nas mãos dele.

Pergunta para um ex-viciado como é sair do vício? Pergunta para um marido infiel se é fácil largar uma amante, e se ela não vai atrás persegui-lo? Pergunta para um envolvido com o tráfico se é fácil sair da vida do crime? Pergunta para um viciado em pornografia se é fácil largar esse vício?

Talvez você, que está lendo esse texto, esteja vivendo isso agora. Vivendo sob a escravidão do pecado e das escolhas erradas que você fez.

Mas, a boa notícia é que todo aquele que está preso pelo pecado tem um Advogado, que morreu preso numa cruz para que você pudesse ser livre.

Jesus é a sua saída…

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
João 8:36

… e a verdade da Palavra é que vai te libertar:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
João 8:32

E é essa a missão desse humilde blog: trazer a Palavra da verdade, para que você possa conhecer essa verdade, e possa ser liberto. Porque só Jesus tem o poder de libertar do pecado.

Se você está preso por qualquer tipo de pecado, considere entregar a sua vida para Cristo hoje mesmo. Ore, confesse, se arrependa, vá a igreja, procure viver uma vida perto de Deus.

Esse post é apenas um pouco da Palavra da verdade. Vivendo uma vida com Deus, você aprenderá muito mais, e será aliviado pelo poder da Palavra de Deus.

E se vc ja vive uma vida com Deus, e ainda sim se encontra preso no pecado, por causa das circunstâncias da vida, saiba que nunca é tarde para se arrepender, e Deus tem sempre uma segunda chance para aqueles que se arrepender e querem começar de novo. Deus está te convidando para um novo começo, rompa com o pecado, comece a caminhar com Cristo novamente. Ele tem o poder de fazer tudo novo na sua vida.

Esse é mais um texto da série “Por que pecar é pecado?”, uma série que trata exclusivamente disso: do pecado, suas causas e seus efeitos nas nossas vidas. Clicando aqui você poderá ler outros textos dessa série.

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Vício, compulsão, violência: é o que revela estudo de universidades britânicas sobre pornografia


Martin Daubney é jornalista e vive na Grã-Bretanha. Martin não se declara cristão, e não se declara pertencente a qualquer igreja.

Na verdade, nos anos 80, ele foi o diretor de uma das maiores publicações pornográficas daquele país, o que faz ele ter uma visão bem “permissiva” sobre pornografia.

Hoje, Martin não trabalha mais nesta revista. Hoje ele é pai de um menino de 4 anos.

E é justamente Martin que apresenta o documentário que você verá em seguida. Trata-se de uma pesquisa da University of Cambridge e da University of East London, que analisa o efeito que a pornografia causa nos cérebros de crianças e adolescentes.

Martin também entrevista um jovem chamado Calum. Ele é universitário, tem 19 anos e é assumidamente viciado em pornografia. Calum já chegou a se masturbar 28 vezes em um mesmo dia! Segundo o depoimento do próprio Calum, “(sexo) não é tão bom quanto a masturbação”.

Aliás, um dos momentos mais impressionantes de todo o documentário é quando Calum, dirigindo seu carro e dando a entrevista, ao ver uma mulher de shortinho curto na rua, para o carro metros depois, no primeiro estacionamento que encontra, abandona a entrevista e diz que vai ao banheiro, compulsivamente… É de dar tristeza… Só aí você poderá entender o significado da palavra compulsão. A compulsão que faz um garoto correr para o banheiro para se masturbar é a mesma compulsão que faz com que um homem ataque e estupre uma mulher na rua. Não estou dizendo que todos que veem pornografia são estupradores ou pedófilos, mas você tem que concordar que todo o pedófilo ou estuprador começou vendo pornografia.

Os resultados das pesquisas são chocantes: boa parte das crianças e adolescentes britânicos (estou falando de uma faixa etária entre 10 e 16 anos) tem um acesso cada vez maior à pornografia pesada. Essa mesma pornografia seria a principal causa de problemas de disfunção sexual de jovens entre 18 e 20 anos. Entre jovens que tem de 16 a 19 anos, 23% já tentaram parar de assistir pornografia, e não conseguiram.  Segundo o estudo, o acesso a pornografia estimula as mesmas áreas do cérebro que são estimuladas pelo consumo de drogas como cocaína e heroína, por exemplo. E geram a mesma dependência.

Ou seja, pornografia pode sim ser considerada um vício. Como qualquer outro.

O documentário também mostra como a pornografia está influenciando a violência contra a mulher: meninos pré-adolescentes encontram na pornografia pesada que  uma simples busca na internet pode mostrar, aquela que na maioria das vezes será o seu primeiro contato com o sexo. Ou seja, temos uma geração de garotos que estão sendo educados para serem egoístas e buscarem sexo apenas para o seu próprio prazer, de uma maneira sem qualquer limite, ainda que isso signifique violência contra a mulher.

Depois de todos esses fatos, até mesmo Martin, que trabalhou anos com pornografia, ficou extremamente impressionado. Afinal, hoje ele tem um filho de 4 anos de idade, que está sujeito a tudo isso.

Martin ainda tem uma visão “romântica” da pornografia dos anos 80, a qual segundo ele era mais leve “só mostrava seios”. Mas nós bem sabemos que “um abismo puxa outro abismo”. Assim como ninguém entra no mundo das drogas pelo crack, ninguém entra no mundo da pornografia pelo “hardcore porn“, a pornografia leve que você consome hoje se tornará na pornografia pesada que você consumirá amanhã. Por isso que, segundo Jesus, olhar para uma mulher com cobiça já pode ser considerado adultério (Mateus 5:27). Talvez você não se masturbe 16 vezes por dia, mas se você permite essas praticas em sua vida, é bom que você saiba por qual caminho você está caminhando…

Bem , vou parar de escrever e deixar você assistir o vídeo (se ele estiver fora do ar, avise nos comentários):

Tenho me preocupado em trazer uma visão da pornografia que vai além da visão bíblica, pois é importante mostrar como a ciência aos poucos vai confirmando aquilo que a Palavra de Deus já nos diz há milhares de anos. Espero que esse post possa fazer você refletir sobre tudo isso.

Se você quiser, temos outros posts sobre pornografia neste link, para você ler refletir e pelo menos questionar sobre essa prática na sua vida.

Falamos tanto que pornografia é pecado, mas você que ainda não é cristão, ou ainda é novo na Graça talvez nem entenda direito o que significa “pecado”, e porque ele causa tanto mal na vida de todos nós. Pode ter certeza que pecado não são apenas dogmas, regras de uma igreja ou religião. E pecado também não é a determinação de um Deus que só se interessa em “cortar a nossa diversão”. Aos poucos, eu estou escrevendo uma série de textos que tenta explicar o que é pecado e o que ele causa na prática em nossas vidas, com exemplos reais. Se você se interessar, acesse neste link.

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